Em casa: opções de flores que gostam de sol

Em casa: opções de flores que gostam de sol

Inverno quase chegando ao fim e já voltamos os pensamentos e ações para as novas estações. Vem aí, logo mais, a Primavera e o Verão. E se você gosta de cultivar umas plantinhas, talvez já deva ter se perguntado quais flores gostam de sol, não é mesmo?

Alguns tipos de flores não se adaptam muito bem quando expostas a grandes períodos de luz solar, elas gostam de sombra, o que inibe seu cultivo em jardim ao ar livre. Mas, existem alguns tipos que se dão super bem ao sol, vamos conferir? 🌻

Flores que gostam de sol

É importante deixar claro que todas as plantas precisam de luminosidade, mesmo que indireta ou na sombra, para realizar a fotossíntese. Também vale lembrar que não basta apenas controlar a luz solar para que suas plantinhas mantenham-se lindas e saudáveis, é preciso prestar atenção a irrigação, adubação, solo, controle de pragas, entre outros detalhes.

Suinã

Exemplar da Mata Atlântica, a suinã é belíssima, totalmente indicada para jardins e pátios, por se dar muito bem com a luz solar.

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Hibisco

A flor de hibisco possui cores e variedades diferentes, sendo uma planta ornamental especialmente bela para o seu jardim.

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Girassol

Uma planta que tem o próprio astro solar no nome só pode ser do time de flores que gostam de sol, não é mesmo? É um exemplar clássico!

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Lavanda

De cor e perfume característicos, a flor de lavanda é totalmente indicada para ambientes externos. Ela se dá muito bem em solos sem muitos nutrientes e exige poucos cuidados. É extremamente resistente.

flores que gostam de sol lavanda

Lantana

Sabe aquelas florzinhas coloridinhas totalmente diferentes umas das outras? São as lantanas, que, por causa dessa característica, se tornam excelentes opções para ornamentar jardins.

flores que gostam de sol lantana

Azaleia

Seu jardim ficará ainda mais bonito com azaleias, não tenha dúvida. Essa planta possui característica amplamente colorida e é uma das flores que gostam de sol.

azaleia

Petúnia

Com diferentes cores, as petúnias são bastante resistentes e florescem o ano todo. São ótimas para ambientes externos, por essa sua característica resiliente.

petúnia

Dica extra: cactos e suculentas 🌵

As flores de cactos e suculentas, em sua maioria, são ótimas opções para ambientes com muito sol. As suas características são necessitar de pouquíssima água e se desenvolver em solos de poucos nutrientes. Alguns cactos e suculentas produzem flores lindíssimas em determinados períodos do ano.

Os 10 animais marinhos mais incríveis e exóticos do nosso mundo

Os 10 animais marinhos mais incríveis e exóticos do nosso mundo

Os oceanos são extensos não apenas em quantidade de água, mas também em diversidade de fauna. Estima-se que cerca de 10 milhões de espécies vivam nos mares do mundo. E quais os animais marinhos mais incríveis, exóticos e bonitos?

Com tanta diversidade, é bastante complicado eleger uma lista curta e única. Mas, nós tentamos reunir os 10 animais marinhos mais incríveis e bonitos do mundo. Uma beleza do meio ambiente. Confere!

1 – Urtiga do Mar

animais marinhos - urtigas do mar
Foto: Joseph Van Os / Getty Images

As urtigas do mar podem chegar a cumprir mais de mil metros de nado por dia. São medusas, que vivem predominantemente na costa oeste do Pacífico. Seus longos tentáculos são a principal arma para caçar e capturar pequenos animais.

2 – Árvores de Natal (Poliquetas)

animais marinhos - poliquetas
Foto: Vladislav Sagaidak / Getty Images

Muito semelhantes às árvores de Natal, os poliquetas possuem coroas coloridas e muito bonitas. Elas servem principalmente para respiração e captura de alimentos, como fictoplântons flutuantes.

3 – Peixe-Lua

animais marinhos - peixe-lua
Foto: Shutterstock

Na sua fase adulta, o peixe-lua pode chegar a pesar de 200 a mil quilos. É o peixe ósseo mais pesado do mundo, conhecido como Mola Mola. Podem produzir 300 milhões de ovos ao mesmo tempo.

4 – Polvo de Flapjack

animais marinhos - polvo de flapjack
Foto: Dante Fenolio / Getty Images

De corpo gelatinoso, que se abre como um pequeno paraquedas, o polvo de Flapjack se alimenta de peixes pequenos e plânctons. Vivem em uma profundidade de 500 a 1,5 mil metros.

5 – Caneta do Mar

animais marinhos - canetas do mar
Foto: Shutterstock

Ancoradas no fundo do mar, as canetas podem crescer até dois metros de comprimento. Seu formato excêntrico e único é composto por pequenos indivíduos marinhos chamados pólipos. Eles utilizam seus tentáculos para capturar comida.

6 – Peixe Napoleão

animais marinhos - peixe napoleão
Foto: Shutterstock

O peixe Napoleão vive cerca de 30 anos. Possui cabeça grande e pode crescer mais de 1,80 metros. Alimenta-se de moluscos crustáceos e estrelas do mar.

7 – Dragão do Mar Leafy

animais marinhos - dragão de leafy
Foto: Shutterstock

Parente do cavalo marinho, o Dragão do Mar Leafy tem extensão em formatos de folhas, que servem para camufla-lo como algas flutuantes.

8 – Anêmona do Mar

animais marinhos - anêmonas
Foto: Universal History Archive / Getty Images

A versão marinha da anêmona possui a mesma característica da planta carnívora de mesmo nome. Ela utiliza seus tentáculos para prender partículas de alimento que estão a sua volta. São extremamente flexíveis.

9 – Caracol Língua de Flamingo

animais marinhos - caracol flamingo
Foto: Andaman SE / Getty Images

Este animal exótico se alimenta de tecido de corais macios, vivendo nas entranhas dos próprios corais.

10 – Warty Rã do Mar

animais marinhos - warty rã
Foto: Oksana VG / Getty Images

Que criatura simpática! Com seu corpo brilhante e barbatana dorsal a Warty Rã do Mar pode aumentar sua boca em até 12 vezes. Se assemelha muito a um camarão, mas não se engane, é carnívora e canibalista.

Quantidade de animais marinhos

Nem todas as espécies marinhas já foram descobertas, há apenas uma estimativa da quantidade existente. Na conta de 10 milhões estão algas, bactérias, peixes, corais e mamíferos.

Em relação aos peixes, os mais conhecidos como animais, são o menor grupo entre os seres vivos marinhos. Apenas 12%. Os crustáceos representam 19% da população nos oceanos e os invertebrados 17%.

A evolução das lâmpadas e seu papel na sustentabilidade

A evolução das lâmpadas e seu papel na sustentabilidade

Ao longo do tempo, as tecnologias foram se moldando para atender às necessidades das pessoas, mas também da sua relação com o meio ambiente. Um desses casos é o da evolução das lâmpadas, equipamento amplamente utilizado em todas as residências, prédios comerciais, locais públicos e muitos outros.

evolução das lâmpadas

Por isso, neste post, resolvemos contar um pouco da história e da evolução das lâmpadas, desde a sua invenção até os dias atuais.

A criação da lâmpada elétrica

Há mais de 200 anos, Humphry Davy, um químico britânico, foi o responsável pela criação de um arco luminoso a partir de uma tira fina de carbono, que era colocada entre dois polos de uma bateria. Seria o começo da lâmpada elétrica.

Mais tarde, Warren de La Rue produziu luz com filamento de platina, dentro de um tubo. As experiências foram seguindo, até o registro da patente por Henry Woodway e Mattew Evans. Em 1878, a patente foi adquirida por Thomas Edison, que ser tornaria a figura mais relacionada quando o assunto é a invenção da lâmpada.

De fato, Edison não inventou o equipamento, mas foi quem deu escala e propiciou a possibilidade de inseri-lo em modelos economicamente viáveis. Seria a primeira grande evolução das lâmpadas.

Os aprimoramentos de Edison

A lâmpada aprimorada de Thomas Edison garantia uma forma mais barata de gerar luz elétrica. Para chegar ao material ideal no filamento, ele testou mais de 6 mil tipos, optando inicialmente por algodão e carbono.

Ele também optou pela utilização de um bulbo de vidro, fechado a vácuo, que aumentava a capacidade da combustão. O filamento passou a ser de carvão. Era o formato mais próximo da lâmpada incandescente que conhecemos hoje.

lâmpada incandescente - a evolução das lâmpadas

Seguindo a história: a evolução das lâmpadas

Por muito tempo, a lâmpada incandescente reinou absoluta como opção para iluminação. Porém, seu consumo passou a ser problema quando o assunto era luz para grande escala, ambientes maiores ou de necessidade contínua. Surgiram então algumas outras opções, vamos ver?

Lâmpada de neon

A primeira evolução de lâmpadas para iluminação foi a criação dos modelos de neon, em meados dos anos 1910, pelo químico francês Georges Claude. Elas eram compostas de um tubo de vidro que continha gás rarefeito e dois eletrodos nas pontas.

lâmpada neon
A tecnologia neon, muito utilizada para letreiros.

A excitação desses pontos produzia a luz visível. Seria o conceito básico da próxima evolução das lâmpadas: a fluorescente.

Lâmpada fluorescente

Criada por Nikola Tesla, a lâmpada fluorescente surgiu em meados de 1930. Elas foram uma evolução no sentido de economia, por emitirem muito mais luz do que energia.

A fluorescente era formada por um bulbo longo, contendo argônio e mercúrio. Quando o tubo de vidro era excitado por um par de eletrodos, gerava radiação ultravioleta que em contato com fósforo que revestia o bulbo, produzia luz visível.

lâmpada fluorescente longa

Esse tipo de lâmpada andou par e passo com a incandescente como opção para iluminação, principalmente residencial. Embora mais econômica, nem sempre era utilizada em residências, pela necessidade da instalação auxiliar de reatores, ou até mesmo pelo espaço que ocupava.

Lâmpada fluorescente compacta

Uma das mais importantes evoluções da fluorescente foi a criação das compactas. A popularização desses modelos se deu em virtude de conterem um reator integrado na sua base. Assim, era possível ser facilmente instalada nos bocais utilizados pelas incandescentes.

lâmpada fluorescente compacta - a evolução das lâmpadas

As lâmpadas fluorescentes compactas se popularizaram, por conta desses benefícios, principalmente no aspecto de baixo consumo. No entanto, um ativo contra esses modelos é sua capacidade contaminante, em virtude da presença de metais pesados no seu interior. Esse é o principal motivo pelo qual não se deve descartá-las diretamente no meio ambiente.

Outros modelos: halógena e de vapor

As lâmpadas incandescentes e fluorescentes são as mais populares e mais conhecidas, em virtude do seu grande uso em residências. No entanto, outros modelos surgiram durante a evolução tecnológica, como a halógena e as de vapor.

lâmpada halógena - a evolução das lâmpadas

A dicroica halógena também é uma incandescente, mas utiliza filamento de tungstênio e bulbo com elementos halógenos como bromo e iodo, permitindo maior eficiência. As de vapor (de sódio ou mercúrio) ganharam escala na década de 1960 e ainda hoje são bastante utilizadas para iluminações de granes espaços, como ruas, indústrias, aeroportos, praças, entre outros.

iluminação pública

Evolução das lâmpadas: chegada do LED

Por fim, o modelo mais consagrado atualmente é a lâmpada de LED. Esse tipo utiliza diodo emissor de luz e seu funcionamento é similar ao modelo incandescente. Porém, o feixe elétrico passa por chips feitos de materiais semicondutores, gerando muita luz com pouco calor e consumo de energia.

O surgimento do LED se deu em meado dos anos 1960. No fim doa anos 1980, começou a ser utilizado em telas e painéis de televisão e monitores. Porém, apenas nos anos 2000, ele se popularizou. Foi nessa época que as lâmpadas de LED começaram a ser mais utilizadas.

lâmpada led - a evolução das lâmpadas

Maior eficiência

A lâmpada de LED exemplifica a evolução das lâmpadas. Por exemplo, uma de 7W de consumo pode ser comparada a uma fluorescente de 14W ou a uma incandescente de 60w. Outro benefício é que o LED não perde intensidade ao longo do tempo, e as lâmpadas desse material possuem uma vida útil extremamente superior às demais. Um benefício ao meio ambiente, já que geram menor resíduo.

Vantagens e relação sustentável

  • Uma lâmpada LED pode durar até 50 mil horas, contra apenas 1 mil horas de uma incandescente
  • Consome cerca de 90% a menos de energia
  • Não emite raios ultravioletas
  • Maior resistência por não conter bulbo e filamentos, gerando menos resíduo
  • Evita a produção de cerca de 25 lâmpadas incandescentes
  • Não contém elementos poluentes
  • Pode ser reciclada

E então, gostou de conhecer um pouco mais sobre a evolução das lâmpadas e sua relação com o meio ambiente e a sustentabilidade? Fique ligado no nosso blog e acompanhe notícias e informações sobre meio ambiente, natureza, vida saudável e muito mais!