10 dicas de filmes e documentários imperdíveis sobre meio ambiente

10 dicas de filmes e documentários imperdíveis sobre meio ambiente
filmes sobre meio ambiente

Os filmes e documentários sobre meio ambiente são ótimas opções para compartilhar conhecimento sobre o assunto. Que tal algumas dicas?

História das Coisas (2007)

Nossa lista começa com um documentário clássico. História das coisas aborda as etapas de produção de produtos que afetam a nossa vida. Faz uma linha do tempo dos produtos, desde a extração da matéria, produção, venda, consumo e descarte. Imperdível.

Uma verdade inconveniente (2006)

Um documentário sobre o aquecimento global, que mostra dados, mitos e evidências sobre o tema. O filme também elenca possíveis saídas para que o planeta não passe por uma catástrofe climática.

Ilha das Flores (1989)

O filme também é um clássico. Um curta-metragem que conta o ciclo de vida de um tomate, desde sua produção até o descarte em um lixão, de forma única. Tem forte crítica social sobre desigualdade.

A era da estupidez (2009)

O filme faz um alerta sobre a responsabilidade de cada indivíduo em impedir uma catástrofe ambiental no planeta. Mostra o quanto a destruição ambiental avançou no mundo.

Chasing Ice (2012)

O filme mostra a expedição do fotógrafo James Balog ao Ártico, que posicionou câmeras em locais perigosos para produzir imagens do derretimento de gelo. O filme aborda temas importantes sobre o aquecimento global.

Home – Nosso Planeta, Nossa Casa (2009)

Dirigido pelo consagrado Yann Arthus-Bertrand é um documentário filmado inteiramente de cima. Ele visa sensibilizar, educar e conscientizar sobre a fragilidade do planeta, mostrando que tudo possui uma interligação.

Alimentos S.A. (2008)

A realidade por trás da indústria de alimentos é o foco desse documentário. Explana como esse mercado busca dificultar que os consumidores saibam mais informações sobre os alimentos industrializados.

O Sal da Terra (2014)

Filme que retrata a trajetória do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, o documentário mostra por meio de imagens sensíveis um pouco da história humana e seu impacto sobre o planeta.

2012 – Time for Change (2010)

O documentário acompanha o jornalista americano Daniel Pinchbeck, que expõe as questões ambientais, discute experiências de construções sustentáveis, alternativas de sustentabilidade. Conta com entrevistas de diversas personalidades.

Trashed – Para onde vai nosso lixo (2012)

O filme aborda não apenas o lixo em si, mas também o destino dos resíduos. A produção é dividida em três partes: avaliação, solução e tomada de decisão. Expõe curiosidades e conteúdo aprofundado em ecologia.

Nova seca: Região Sul poderá ter estiagem severa entre novembro e março

Nova seca: Região Sul poderá ter estiagem severa entre novembro e março

Em virtude do fenômeno La Niña, que pode reduzir chuvas e aumentar a temperatura do ar, a região Sul do Brasil poderá sofrer com estiagem severa entre novembro de 2020 e março de 2021. A previsão foi divulgada na última semana pelo Conselho Permanente de Meteorologia Aplicada do Rio Grande do Sul (Copaaergs) e reforçada pela MetSul Meteorologia.

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O estado gaúcho deverá ser o mais afetado pela seca, que poderá ser ainda mais forte que a de 2019/2020. Pode ocorrer perda de produtividade, quebra de safras, falta de água para consumo animal e humano, racionamento, baixa de níveis de rios e mananciais. Outro efeito negativo é a maior chance de fogo na vegetação.

Atualmente, o La Niña tem intensidade moderada, mas a expectativa é que, a partir de dezembro, atinja mais força, trazendo estiagem. O fenômeno atua na região do Oceano Pacífico Equatorial.

No verão, a tendência é que as regiões Sul e Oeste do Brasil sofra com menor precipitação. Situação essa que é agravada pelo La Niña. Já as regiões da metade Norte tendem a chover mais nessa estação, pela maior proximidade do canal de umidade do Sudeste e do Centro-Oeste.

O que fazer?

Com o prognóstico negativo, uma das recomendações mais fortes é iniciar imediatamente o uso racional dos recursos hídricos, mesmo em regiões onde houve chuva acima da média nos últimos meses. O Copaaergs também emitiu uma série de orientações técnicas para as culturas no período. Confira:

Culturas de outono-inverno produtoras de grãos (trigo, aveia, cevada)

  • Independente do prognóstico climático de precipitação pluvial abaixo da média no período, monitorar a ocorrência de doenças e pragas e observar se há necessidade de aplicações de defensivos agrícolas. Não descuidar do momento da colheita, colhendo tão logo seja possível;
  • Os produtores devem providenciar a revisão das colhedoras e acompanhar a previsão do tempo para colheita.

Arroz

  • Considerando que a disponibilidade de água nos reservatórios não está na capacidade máxima e o prognóstico aponta redução de chuvas no trimestre outubro-novembro-dezembro, dimensionar a área a ser semeada conforme a disponibilidade de água;
  • Dar continuidade à adequação das áreas que ainda não estão preparadas para possibilitar a semeadura na época recomendada pelo zoneamento agrícola, de forma a aproveitar as melhores condições de radiação solar e evitar as temperaturas baixas no período reprodutivo da cultura;
  • Escalonar a época de semeadura de acordo com o ciclo da cultivar, primeiro as de ciclo longo, seguidos das de ciclo médio e precoce;
  • Para as semeaduras até meados de outubro, quando a temperatura do solo é baixa, atentar para que a profundidade de semeadura não seja superior a 2 cm, a fim de evitar redução no estande de plantas e a consequente desuniformidade no estabelecimento inicial da cultura.

Culturas de primavera-verão produtoras de grãos (milho, soja, feijão)

  • Escalonar a época de semeadura e utilizar genótipos de diferentes ciclos ou diferentes grupos de maturação para evitar eventuais perdas em função de deficiência hídrica no período crítico, sempre respeitando o zoneamento agrícola;
  • Para cultura de milho e feijão iniciar a semeadura quando a temperatura do solo, a 5 cm de profundidade, estiver acima de 16°C e houver umidade adequada do solo;
  • Para cultura da soja somente iniciar a semeadura quando houver umidade adequada do solo;
  • Tratando-se de plantio direto, fazer o manejo de culturas de inverno voltadas para a proteção do solo e manutenção da umidade no solo;
  • Considerando o prognóstico de baixa precipitação no trimestre outubro/novembro/dezembro, se possível, irrigar sempre que necessário. Dar preferência à irrigação nos períodos críticos da cultura (florescimento – enchimento de grãos);
  • Para o cultivo da soja em terras baixas é indispensável a drenagem. Entretanto, em anos de estiagem, é importante atenção quanto ao manejo da irrigação, pois os solos são rasos e argilosos.

Hortaliças

  • Quando necessário, irrigar, dando preferência ao sistema de gotejamento;
  • Em ambientes protegidos (túneis e estufas), proceder a abertura o mais cedo possível no lado contrário ao vento;
  • Indica-se a produção de mudas em ambiente protegido no sentido de garantir a qualidade das mesmas.

Fruticultura

  • Em pomares nos quais houve eventual perda de estruturas de frutificação e frutos em função da ocorrência de geadas, adotar o manejo usual do dossel vegetativo em relação a podas e aplicações de defensivos químicos, a fim de assegurar a produção da safra seguinte;
  • Preservar a cobertura verde da área para conservação do solo e armazenamento de água no solo;
  • Considerando que os prognósticos indicam chuva abaixo da média no trimestre outubro/novembro/dezembro, o que tende a favorecer a polinização e a frutificação efetiva, recomenda-se a prática do raleio para ajuste da carga de frutos, conforme as orientações técnicas de cada região/cultivar, para garantir o desenvolvimento adequado dos frutos neste período inicial do ciclo;
  • Seguir o manejo fitossanitário recomendado para a cultura, dando atenção principalmente à incidência de pragas. Com a primavera mais seca, recomenda-se uma maior atenção no monitoramento e controle de ácaros, evitando inseticidas pouco seletivos que afetam os inimigos naturais destes insetos. Importante também o monitoramento de moscas-das-frutas, adotando o uso de iscas tóxicas;
  • Considerando o prognóstico de chuva abaixo da média, no estabelecimento de novos pomares deve ser prevista irrigação para evitar a perda de mudas.

Silvicultura

  • Adequar o manejo florestal, considerando a possibilidade de precipitação abaixo da média climatológica no trimestre outubro/novembro/dezembro;
  • Em povoamentos florestais, deve ser evitada a adubação mineral ou orgânica com elevadas concentrações de nitrogênio;
  • Para produção de mudas florestais em céu aberto, caso o viveirista tenha necessidade de aplicar fertilizantes, deve aumentar a relação potássio/nitrogênio da formulação mais indicada para cada espécie e estádio;
  • Caso o produtor florestal tenha necessidade de realizar o plantio no trimestre outubro/novembro/dezembro, as mudas florestais devem apresentar um sistema radicular bem formado para garantir maior sobrevivência no campo.

Forrageiras

  • Considerando o prognóstico de precipitação abaixo da média climatológica, promover a manutenção da cobertura de solo e de boa disponibilidade de forragem, adequando a lotação animal ao crescimento do pasto;
  • Indica-se manter a lotação animal reduzida nas pastagens de azevém, para garantir boa ressemeadura natural no próximo ano;
  • Escalonar os períodos de plantio/semeadura das pastagens cultivadas no verão utilizando mudas/sementes de alto vigor;
  • Indica-se fazer silagem/feno de cultivos e pastagens de inverno/primavera, visando garantir maior disponibilidade de alimento no verão para as categorias de rebanhos mais exigentes, tendo em vista que o prognóstico de precipitação abaixo da média climatológica pode afetar o desenvolvimento das pastagens.

Piscicultura

  • Considerando o prognóstico de precipitação pluvial abaixo da média, o produtor de peixes deve procurar manter o nível de água dos viveiros.

*Com informações de Correio do Povo, Copaaergs e MetSul.

Meio ambiente: 5 dicas práticas e eficazes para diminuir a geração de resíduos

Meio ambiente: 5 dicas práticas e eficazes para diminuir a geração de resíduos

Dia a dia, temos a oportunidade de contribuir para a diminuição da geração de resíduos. Por isso, listamos cinco dicas para você pôr em prática e ajudar o meio ambiente. Confira!

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1 – Compre na quantidade adequada

Comprar na quantidade adequada é uma das ações mais eficazes no combate a geração de resíduos e desperdícios. Quando falamos em comida, então, principalmente. Comprar frutas e outros alimentos que possuem validade curta em grandes quantidades aumenta a chance de serem descartados.

No caso dos bens chamados duráveis, vale a mesma regra. Quantas vezes você já pensou em levar mais um pacote de algum produto só porque estava na promoção? 👀 Não compre aquilo que você possui dúvidas se vai utilizar.

2 – Reutilize sacolas

Mercado, sacolas. Mercado, sacolas. Mercado, mais sacolas. Essa sequência acaba gerando alta quantidade de resíduos. Por mais que as sacolinhas plásticas possam ser reaproveitadas para acondicionar produtos ou até mesmo o lixo, sempre é possível diminuir sua quantidade.

Uma dica certeira nesse caso é reutilizar as mesmas sacolas que você recebeu no mercado na próxima compra. Não tenha vergonha, leve com você as sacolas usadas e utilize-as novamente, mesmo que o supermercado ofereça novas.

Também é possível utilizar as clássicas sacolas retornáveis, feitas de tecido ou outro material mais resistente.

3 – Doe roupas que não servem mais

Doar roupas é um ato que pode ajudar muita gente, não é mesmo? Além disso, contribui para a diminuição da geração de resíduos.

É que, quando você guarda por muito tempo a roupa, pensando na possibilidade de utilizá-la, as chances de ela estragar aumentam. Quando isso acontece, e elas passam a não ter mais utilidade, vão para o lixo.

Mantenha seu guarda-roupa sempre bem atualizado, com as peças que você utiliza periodicamente. Isso vale também para toalhas de banho, rosto, roupas de cama, tapetes e muitos outros.

4 – Evite compras impulsivas 😎

Sim, nem sempre é fácil dominar o ímpeto de adquirir algum produto. Mas, isso é essencial para levarmos uma vida com menos bugigangas, muitas vezes desnecessárias.

Comprar apenas pela impulsividade do momento, além de coisas a mais que vão tomar espaço, pode trazer arrependimentos e até sentimentos de culpa. Sem falar na fatura do cartão, não é?

5 – Reaproveite o que for possível

Dica de ouro: reaproveite, sempre. Jogar fora coisas que ainda podem ter uso é desperdício e fator que contribui imensamente para o aumento da geração de resíduos no mundo. Se cada pessoa deixar de jogar no lixo qualquer produto, quantos deixaremos de largar para o meio ambiente? Pense nisso.

Use os potes de sorvete para guardar feijão, sim. Que tal lavar as sacolinhas do mercado para guardar alimentos na geladeira ou no freezer? Copos de requeijão e extrato de tomate têm a mesma função daqueles de cristal. Roupas velhas podem virar pano de chão. Baldes plásticos ficam lindos quando se tornam vasos para flores.

Viu só? Pequenas atitudes no dia a dia, são extremamente eficazes no combate ao desperdício e à geração de resíduos. É colocar em prática e divulgar a ideia de que reaproveitar, reduzir e reciclar é muito bom! 💪