Profundezas do mar: 8 animais exóticos que vivem no fundo do oceano

Profundezas do mar: 8 animais exóticos que vivem no fundo do oceano

O acidente com o submersível Titan, que implodiu ao descer em direção aos destroços do Titanic, levantou novamente os debates e discussões sobre as profundezas do oceano e seu baixo percentual explorado pelo ser humano. De acordo com a Organização Nacional Francesa de Hidrografia, depois de 200 metros de profundidade, a humanidade conhece apenas 10% do ecossistema debaixo d’água. Contudo, ao contrário do que possa parecer à primeira vista, o fundo do mar é repleto de vida, reunindo uma fauna extremamente exótica e diferente. Neste post, vamos conhecer alguns dos bichos mais estranhos e curiosos que vivem nas profundezas dos oceanos. Aliás, o ponto mais profundo dos mares está localizado a 10.984 metros, ou seja, quase 11 quilômetros de profundidade, na Fossa das Marianas, à leste das Ilhas Marianas, próximas do Japão e das Filipinas, no oceano Pacífico.

Tecnologia e meio ambiente: uma relação importante para preservação

tecnologia e meio ambiente

A relação entre tecnologia e meio ambiente tem se mostrado cada vez mais relevante em nossa sociedade contemporânea. Enquanto o avanço tecnológico traz uma série de benefícios para a humanidade, também é crucial considerar seus impactos no meio ambiente. No entanto, a tecnologia também pode desempenhar um papel fundamental na preservação do meio ambiente e na conservação da natureza. Neste texto, exploraremos como a tecnologia pode ser uma aliada nessa importante tarefa, apresentando exemplos concretos de sua aplicação.

Concreto de cana-de-açúcar? Conheça o sugarcrete

concreto de cana de açúcar 1

Uma parceria entre pesquisadores da Universidade de East London, na Inglaterra, com arquitetos do escritório Grimshaw e a fabricante Tate & Lyle Sugar resultou na criação de um concreto de cana-de-açúcar. O material surgiu do trabalho de busca por soluções para construção utilizando biorresíduos como recurso principal, com o objetivo de desenvolver componentes de construção de baixo carbono. De acordo com o relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), lançado na COP27, a construção civil respondeu por mais de 34% da demanda de energia e 37% das emissões de CO² relacionadas a processos em 2021. Por isso, a cana-de-açúcar pode ajudar a reduzir as emissões de carbono no setor.