Eólica é a fonte de energia mais barata, aponta pesquisa

Atualmente, a energia eólica é a fonte com custo de expansão mais baixo no Brasil. Os dados são da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e comparam a estimativa de custo de expansão de seis fontes, de 2016 a 2025. De acordo com o estudo, o custo da eólica deve ficar em R$ 155,98/MWh, 46% inferior ao da energia solar, a mais cara dentre as fontes analisadas. O 

estudo considerou a estimativa de aumento da oferta de energia e do custo médio de expansão. Foram levados em conta apenas os empreendimentos que estarão devidamente conectados às linhas de transmissão, independentemente de sua capacidade de geração. Ler mais

Brasil precisa avançar em políticas proativas para enfrentar a seca, diz estudo

O governo brasileiro continua adotando políticas reativas para enfrentar períodos de seca, mas nos últimos dois anos houve progresso no desenvolvimento de políticas proativas, em especial com a implantação de monitores de seca pelas agências de Águas do Ceará, de Pernambuco e da Bahia. Esta é a conclusão do estudo

 “Secas no Brasil: política e gestão proativas”, desenvolvido pelo Banco Mundial, Agência Nacional de Águas e pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Ler mais

Calor foi fundamental para o avanço da Zika no Brasil em 2015, aponta estudo

Pesquisadores britânicos acabam de mostrar com números algo que até agora era apenas uma suspeita: o El Niño recorde de 2015, conjugado à tendência de aquecimento global, foi chave para a epidemia do vírus zika no Brasil, ligada ao aumento do número de casos de microcefalia. Em estudo publicado em 19 de dezembro, no site do periódicoPNAS, os cientistas liderados por Cyril Carminade, da Universidade de Liverpool, sugerem que nunca nos últimos 66 anos as condições climáticas favoreceram tanto o mosquitoAedes aegyptiquanto em 2015.

A combinação do calor e da umidade com a falta de imunidade da população brasileira – acredita-se que o zika tenha entrado no país pela primeira vez apenas em 2013 – teriam causado a catástrofe vista em 2015 e em 2016: até o começo de dezembro, segundo o Ministério da Saúde, 2.228 casos de microcefalia confirmados no país. Do 1,3 bilhão de pessoas expostas hoje ao vírus da zika em 75 países e territórios do mundo, 15% estão no Brasil. Ler mais