Mato Grosso recebe dados sobre mudança do clima

Por causa das alterações no volume de chuvas e da elevação de temperatura, o Pantanal pode passar por eventos climáticos extremos, como secas e alagamentos, nos próximos anos. O dado faz parte de pesquisa inédita do Ministério do Meio Ambiente (MMA), realizada em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).  O levantamento foi apresentado no seminário Indicadores de Vulnerabilidade à Mudança do Clima, que ocorreu na quarta-feira (30/11), em Campo Grande (MS). Faz parte de um projeto que visa à elaboração de um modelo de análise da vulnerabilidade dos municípios em relação aos impactos da mudança climática global. Os estados do Espírito Santo, Pernambuco, Paraná, Maranhão, Amazonas e Mato Grosso do Sul, representativos por bioma, também fazem parte do projeto.  Fonte: http://www.mma.gov.br Foto: Divulgação

Empresa desenvolve pratos feitos apenas com folhas

A semente foi plantada por uma visão: pratos para ambientes externos tão renováveis e biodegradáveis quanto as folhas que caem das árvores. E a semente não apenas foi plantada como germinou, cresceu e deu folhas – ou melhor, pratos de folhas. Depois de anos de pesquisa, desenvolvimento de design, elaboração de vários protótipos e realização de testes, a Leaf Republic conseguiu desenvolver pratos e bandejas a partir de folhas.

Os pratos são feitos exclusivamente de folhas. Segundo os produtores, as camadas do topo e da base são compostas por folhas de alguns tipos de árvores costuradas com fibras de folhas de palmeira; e a camada que fica no meio é um papel também feito a partir de folhas (ou seja, nenhuma árvore é derrubada). As máquinas desenvolvidas ao longo de três anos prensam os matérias no formato de recipientes. Devido às características naturais mescladas com o desenvolvimento tecnológico dos equipamentos de produção, há resistência do item final e os pratos são à prova d’água. Não há plásticos, aditivos, óleo ou químicos envolvidos no processo. Ler mais

Técnicas de captura direta e armazenamento de carbono são alternativas para reduzir grandes fontes de emissões

Nosso modo de vida atual ainda é muito dependente de combustíveis fósseis (gás natural, petróleo e carvão mineral), e esses são os grandes vilões do aquecimento global. A combustão dessas fontes tradicionais emite grandes quantidades de gases de efeito estufa na atmosfera e é alvo de preocupação de governos e especialistas que tentam desenvolver mecanismos para minimizar os impactos no meio ambiente. Segundo relatório do International Energy Agency (IEA) a solução de geoengenharia de captura e armazenamento de carbono – CCS (sigla em inglês para carbon capture and storage) é a única opção que pode trazer reduções significativas para o uso de combustíveis fósseis. Sem essa técnica, os objetivos de longo prazo para frear o problema do aquecimento global talvez não sejam alcançados. Além de reduzir emissões de geração de energia, a tecnologia também pode ser aplicada em grandes fontes poluidoras, como indústrias de aço e ferro, cimento, refinarias, entre outros. O CCS tem capacidade de reduzir 13% a concentração de CO2 na atmosfera necessária para limitar o aquecimento global em 2°C previsto para 2050. As energias renováveis irão contribuir para a redução de 30% de CO2 atmosférico. Fonte: www.ecycle.com.br Foto: Divulgação