Intemperismo pode ser solução para captura de gás carbônico

Uma parte importante do ciclo do carbono é a transformação química das rochas que, pelo intemperismo químico, se tornam uma forma natural de remoção e fixação de CO2 (dióxido de carbono ou gás carbônico) da atmosfera. O intemperismo é o conjunto de alterações físicas e químicas de rochas expostas na superfície da Terra. Ele é causado pelo clima (chuvas, sol), relevo (alta declividade, baixadas), rocha-mãe (composição mineralógica), tempo (exposição), fauna e flora (matéria orgânica para reações químicas e remobilizando materiais).  A parte do processo em questão – que é capaz de absorver CO2 – ocorre pela dissolução de silicatos minerais, que naturalmente demora milhares de anos para ocorrer. Como essa escala de tempo não é suficiente para compensar as emissões atuais e controlar o aquecimento global, especialistas criaram uma técnica que consiste em acelerar esse processo.

Um exemplo é a olivina (um silicato). Esse mineral pode ser triturado e espalhado por áreas de agricultura em que o CO2 será convertido em carbonatos sólidos, removendo-os da atmosfera. Do solo, seriam transportados para rios e por fim chegariam ao oceano, onde seriam precipitados. O silicato também pode ser lançado diretamente nos oceanos e em praias. 

Fonte: http://www.ecycle.com.br
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FAO e parceiros lançam campanha para reduzir desperdício de alimentos

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) lançou no fim de outubro (20) em parceria com a Embrapa e a WWF-Brasil uma campanha digital com o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos, em meio às iniciativas para o Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro). Com ações nas redes sociais  a campanha #SemDesperdício convida os consumidores a refletir sobre o tema por meio do vídeo “Gastronomia- Todo mundo tem a sua. Mas o que acontece com a comida que não entra na sua mania? A campanha lançou o site www.semdesperdicio.org, por meio do qual o público é chamado a participar do desafio “Uma Mania a Menos”. Na ação, a pessoa receberá um e-mail diário ao longo de dez dias com dicas para reduzir o desperdício de alimentos.

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Mudança climática ameaça segurança das mulheres, diz Unesco

No Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher, celebrado nesta segunda-feira (28), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) chamou atenção para a mudança climática e os recursos escassos como fatores que alimentam a violência contra as mulheres — em casa, nas ruas e durante desastres naturais causados pelo clima. A mudança climática é um multiplicador de ameaças — pode agravar a migração e o deslocamento de populações, assim como contribuir para problemas nas colheitas ou inundações, aumentando assim a pressão nos lares e nos meios de subsistência, disse em mensagem a diretora-executiva da Unesco, Irina Bokova. Estudos mostram que as mulheres são responsáveis por 65% da produção alimentar doméstica na Ásia, por 75% na África Subsaariana e por 45% na América Latina. Com frequência, são os papéis tradicionais das mulheres que as colocam em maiores riscos derivados da mudança climática – elas se tornam vulneráveis à violência ao ter de andar dezenas de quilômetros todos os dias para garantir comida, água e lenha, ou após serem deslocadas ou empobrecidas por desastres. Fonte: http://www.ecycle.com.br Foto: ONU/divulgação