Óleo de argan: o ouro líquido do Marrocos é ótimo para os cabelos

O fruto argan é proveniente da Argania spinosa, uma árvore originária de Marrocos. Como a planta é completamente adaptada às características naturais do sudoeste do país africano, é muito difícil de cultivá-la em outras regiões do mundo; desse modo, costuma existir apenas no Marrocos, o que a torna bem rara. A árvore pode alcançar até dez metros de altura e viver por 200 anos. O fruto tem aparência semelhante ao da oliveira e é de sua semente que se extrai o óleo. Em geral, o processo de extração do óleo é manual e tradicional, feito por mulheres marroquinas. As sementes são deixadas ao sol para secarem, em seguida são esmagadas e prensadas em um moinho de pedra – extrai-se assim o óleo e são necessários cerca de 100 kg de sementes para a produção de um litro de óleo. Atualmente, algumas empresas utilizam processos mecânicos para a extração do óleo, mas o modelo manual ainda é tradicionalmente muito forte no Marrocos. Fonte: www.ecycle.com.br Foto: Divulgação

Mudanças climáticas têm impacto no oceano Antártico

O aumento na concentração de gases que causa o efeito estufa está diretamente relacionado com a elevação na temperatura média da atmosfera. Cerca de 90% desse calor promovido pelo aquecimento global é absorvido pelos oceanos que, por sua vez, o transportam para suas camadas mais profundas. 

Desde 1955, os oceanos absorveram 20 vezes mais calor do que a atmosfera. O aquecimento dos oceanos tende a piorar, uma vez que as temperaturas globais estão aumentando. Projeções apontam que as mudanças são mais acentuadas em altas latitudes. Ler mais

ONU investe US$ 2,8 bilhões para combater mudanças climáticas

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) investe U$ 2,8 bilhões em quase 800 iniciativas para combater as mudanças climáticas em 140 países. É o que revela um novo relatório divulgado pela própria agência em 17 de novembro, durante a Conferência do Clima da ONU que aconteceu em Marraquexe, no Marrocos.  As nações de atuação do Pnud incluem os 48 países menos desenvolvidos e os 39 membros da Aliança dos Pequenos Estados Insulares (Apei). Desde 2008, a agência ajuda esses e outros territórios a obter financiamento. Em torno de 40% dos projetos do programa são voltados para a adaptação às mudanças climáticas — e somam quase um bilhão de dólares. Ações para promover o uso de energia sustentável e a proteção das florestas respondem por, respectivamente, 30% e 22% do orçamento. Estratégias para aprimorar capacidades e fortalecer instituições e políticas para cumprir o Acordo de Paris — e implementar as Contribuições Nacionalmente Determinadas — representam 11% de todos os projetos. Fonte: http://www.ecycle.com.br Foto: Divulgação