Influência de mudanças climáticas no derretimento de geleiras é de mais de 90%, aponta estudo

Uma nova metodologia sugere que o aquecimento global e suas causas humanas são realmente os grandes responsáveis pelo recuo de geleiras de montanha durante os séculos XX e XXI. Essas massas de gelo são fundamentais para o abastecimento de água em várias localidades, como a Bolívia, que vive sua pior seca em 25 anos e tem boa parte de seu fornecimento dependente dos Andes e

 têm diminuído ao redor do planeta em regiões tão diversas quanto o Alasca e os trópicos africanos, a Patagônia e a Suíça.  Ler mais

Restauração Florestal é alternativa para o país cumprir metas climáticas

Ao propor perante a Convenção do Clima das Nações Unidas sua contribuição para o acordo global do clima, o Brasil se comprometeu com a restauração e o reflorestamento de 12 milhões de hectares até 2030 e ampliação da escala dos sistemas de manejo sustentável de florestas nativas.

A meta poderá, de uma só tacada, contribuir para a redução de gases de efeito estufa e, ao mesmo tempo, impulsionar uma economia de base florestal, com benefícios econômicos e sociais de longo prazo, abrindo precedente inédito nos trópicos. Ler mais

Brasil lança Livro Vermelho da Fauna na COP13

Considerado o país mais biodiverso do mundo, o Brasil lançou nessa quinta-feira (8/12), durante a Conferência das Partes (COP 13) sobre Diversidade Biológica, realizada em Cancun, no México, a edição do “Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção”. O levantamento de espécies ameaçadas, realizado entre 2010 e 2014, representa o maior esforço mundial sobre o tema já feito em um país, e agora foi consolidado no livro. De acordo com o diretor de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial em Unidades de Conservação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Cláudio Maretti, a publicação do estudo completo é o primeiro passo para alcançar a extinção zero e funciona como uma das estratégias do país para o cumprimento de metas internacionais de combate à perda da biodiversidade.   O levantamento analisou o status de conservação de 12.254 espécies e o risco de extinção, incluindo peixes e invertebrados aquáticos. Na lista anterior, divulgada em 2003, haviam sido avaliadas 816 espécies. O livro aponta um incremento na quantidade de espécies ameaçadas. O total nessa situação é de 1.173, divididas em três categorias: Criticamente em Perigo (CR), Em Perigo (EN) e Vulnerável (VU). Fonte: Ministério do Meio Ambiente Foto: Divulgação