Consumo e produção de leguminosas têm perdido espaço na América Latina

Na América Latina e no Caribe, as leguminosas têm competido com cultivos mais comerciais e de exportação que ocupam áreas com melhores solos e de mais fácil irrigação, afirmou a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).   Segundo uma pesquisa feita pela FAO na região, nas últimas décadas a produção de leguminosas migrou para as regiões mais secas, o que gerou uma queda em seus rendimentos, competitividade, volumes produzidos e no número de produtores que as cultivam.   O consumo de leguminosas também diminuiu. Atualmente, existe certo estigma social, que associa esse alimento aos extratos mais pobres da sociedade, fato reforçado pela falta de educação e informação sobre benefícios alimentares e grande potencial agrícola.   Fonte: www.e-cycle.com.br   Foto: Divulgação  

        

 

Brasil defende integração na biodiversidade

O mundo definirá os próximos passos para a conservação dos ecossistemas e animais que habitam o planeta. O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, representará o Brasil nesta sexta-feira (2/12) na abertura do segmento de Alto Nível da 13ª Conferência das Partes (COP 13) sobre diversidade biológica, na cidade mexicana de Cancun. O país defenderá, entre outros pontos, a integração das medidas de proteção da biodiversidade com o setor produtivo. Mais de 100 ministros de Estado e 10 mil representantes dos setores públicos e privados e da sociedade civil de todo o mundo participarão da Cúpula para fortalecer a conservação e o uso sustentável dos ecossistemas. A pauta inclui questões ligadas ao progresso na implantação do Plano Estratégico para a Biodiversidade 2011-2020 e às Metas de Aichi, um conjunto de objetivos para reduzir a perda da biodiversidade a nível mundial. O segmento de Alto Nível produzirá uma declaração conjunta dos ministros e um relatório para a presidência mexicana da COP 13, que conduzirá as negociações ao longo das próximas duas semanas. Os trabalhos se concentrarão em planos e políticas nos setores de agricultura, silvicultura, pesca e turismo, além de medidas para evitar os impactos negativos e promover melhorias nessas atividades. Fonte: http://www.mma.gov.br Foto: Divulgação

Mato Grosso recebe dados sobre mudança do clima

Por causa das alterações no volume de chuvas e da elevação de temperatura, o Pantanal pode passar por eventos climáticos extremos, como secas e alagamentos, nos próximos anos. O dado faz parte de pesquisa inédita do Ministério do Meio Ambiente (MMA), realizada em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).  O levantamento foi apresentado no seminário Indicadores de Vulnerabilidade à Mudança do Clima, que ocorreu na quarta-feira (30/11), em Campo Grande (MS). Faz parte de um projeto que visa à elaboração de um modelo de análise da vulnerabilidade dos municípios em relação aos impactos da mudança climática global. Os estados do Espírito Santo, Pernambuco, Paraná, Maranhão, Amazonas e Mato Grosso do Sul, representativos por bioma, também fazem parte do projeto.  Fonte: http://www.mma.gov.br Foto: Divulgação