Durante a primeira Conferência Global de Transporte Sustentável, realizada em 26 e 27 de novembro, em Ashkhabad, Turcomenistão, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse às delegações presentes que o mundo tem determinação, compromisso, imaginação e criatividade necessários para transformar os transportes em um sistema sustentável. Ele afirmou que essa mudança consciente é positiva para o bem-estar, para o progresso social e para a proteção do planeta.
O chefe da ONU também mencionou os impactos do setor para a saúde pública. Os acidentes de trânsito matam 1,25 milhão de pessoas por ano, sendo que nove em cada dez casos acontecem em países em desenvolvimento. Outro problema é o tráfego intenso nas grandes cidades, que prejudica a produtividade. Além disso, o transporte contribui para a poluição do ar, que custa mais de três milhões de vida por ano.
No Turcomenistão, Ban aproveitou para sugerir sete ideias para mudanças no setor. A primeira é a criação de políticas integradas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs). A segunda é para que a comunidade internacional trate das vulnerabilidades dos países menos desenvolvidos, que precisam, segundo ele, de “cruzamento de fronteiras simplificado e leis regionais harmonizadas. A terceira ideia é a promoção de sistemas de transportes eficientes nas cidades. Ban pediu melhoras no transporte público e promoção do ciclismo e das caminhadas.
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Autor: Equipe NV
Intemperismo pode ser solução para captura de gás carbônico
Uma parte importante do ciclo do carbono é a transformação química das rochas que, pelo intemperismo químico, se tornam uma forma natural de remoção e fixação de CO2 (dióxido de carbono ou gás carbônico) da atmosfera. O intemperismo é o conjunto de alterações físicas e químicas de rochas expostas na superfície da Terra. Ele é causado pelo clima (chuvas, sol), relevo (alta declividade, baixadas), rocha-mãe (composição mineralógica), tempo (exposição), fauna e flora (matéria orgânica para reações químicas e remobilizando materiais).
A parte do processo em questão – que é capaz de absorver CO2 – ocorre pela dissolução de silicatos minerais, que naturalmente demora milhares de anos para ocorrer. Como essa escala de tempo não é suficiente para compensar as emissões atuais e controlar o aquecimento global, especialistas criaram uma técnica que consiste em acelerar esse processo.
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Um exemplo é a olivina (um silicato). Esse mineral pode ser triturado e espalhado por áreas de agricultura em que o CO2 será convertido em carbonatos sólidos, removendo-os da atmosfera. Do solo, seriam transportados para rios e por fim chegariam ao oceano, onde seriam precipitados. O silicato também pode ser lançado diretamente nos oceanos e em praias.
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FAO e parceiros lançam campanha para reduzir desperdício de alimentos
A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) lançou no fim de outubro (20) em parceria com a Embrapa e a WWF-Brasil uma campanha digital com o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos, em meio às iniciativas para o Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro).
Com ações nas redes sociais a campanha #SemDesperdício convida os consumidores a refletir sobre o tema por meio do vídeo “Gastronomia- Todo mundo tem a sua. Mas o que acontece com a comida que não entra na sua mania?
A campanha lançou o site www.semdesperdicio.org, por meio do qual o público é chamado a participar do desafio “Uma Mania a Menos”. Na ação, a pessoa receberá um e-mail diário ao longo de dez dias com dicas para reduzir o desperdício de alimentos.
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