Técnicas de neutralização de CO2 por fertilização oceânica são polêmicas e precisam de mais pesquisa

O oceano retém mais de 90% do calor contido nos gases de efeito estufa que produzimos em processos naturais. Ou seja, ele realiza o sequestro de uma quantidade enorme de CO2 (gás carbônico ou dióxido de carbono), cerca de 30%das nossas emissões – é o segundo maior reservatório de CO2, ficando atrás apenas das reservas geológicas. A fertilização do oceano, outra solução da geoengenharia, consiste no lançamento de ferro em amplas áreas onde há excesso de nutrientes. O ferro estimula o crescimento biológico da região, principalmente de organismos aquáticos como fitoplânctons que irão se proliferar, aumentando a conversão de CO2 da atmosfera em matéria orgânica. A figura mostra manchas de fitoplâncton no mar após o fertilização oceânica. Essa matéria orgânica se deposita no fundo do oceano e posteriormente, com sua decomposição, cria um estoque de CO2 acumulado também no fundo do mar. Entretanto esse método afeta os principais ciclos naturais do oceano, além de proporcionar efeitos negativos ainda incertos nos serviços ecossistêmicos (em termos locais e globais), alterar a rede alimentar, diminuir o oxigênio, entre outros. Fonte: http://www.ecycle.com.br Foto: Divulgação

COP 22: “Compromisso de reduzir aquecimento global não tem volta”, dizem Organizações

Os países participantes da 22ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP 22) reafirmaram o compromisso de reduzir o aquecimento global e de construir uma agenda de trabalho para chegar a esse objetivo em dois anos. A avaliação é do secretário executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl, e do coordenador da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, Marcelo Furtado. A conferência teve início no dia 7 de novembro e terminou na sexta-feira (18), no Marrocos.

O objetivo foi regulamentar os detalhes sobre o Acordo de Paris. Esse pacto representa um esforço de mais de 190 países para conter as emissões de gases de efeito estufa e, com isso, limitar o aumento da temperatura média global a bem abaixo de 2 graus Celsius. Ler mais

Carregador portátil hidrelétrico converte água corrente em energia

Estar em contato direto com a natureza sempre nos traz experiências ótimas. Mas às vezes é importante ter alguma conexão com dispositivos eletrônicos para facilitar a viagem. Só que, se nossos aparelhos eletrônicos não podem ser recarregados em grande parte de ambientes ao ar livre, como manter contato com a “civilização”? A empresa sul-coreana Enomad pensou em uma solução prática e sustentável para isso. Estream é um dispositivo hidrelétrico portátil que converte água corrente em energia que poderá ser usada para carregar os mais diversos dispositivos pela entrada USB. É do tamanho de uma garrafa d’água e pesa menos de um quilo; pode carregar até três celulares e, segundo a empresa, a carga é feita duas vezes mais rapidamente do que em dispositivos tradicionais. Basta emergir o aparelho em água corrente e deixar a turbina girar, criando energia – o item demora entre quatro e cinco horas para ser carregado completamente. Diferentemente dos carregadores que funcionam a energia solar, não é possível carregar os dispositivos ao mesmo tempo em que o Estream está gerando energia, mas como ele também não é dependente da luz solar, é possível deixar o carregador na água durante a noite e, ao acordar, você terá um power bank totalmente carregado. Fonte: http://www.ecycle.com.br Foto: Divulgação