Novo Vazamento de óleo da Petrobrás mata botos e peixes no rio Teles Pires, no Amazonas

Quatro dias depois de identificado um vazamento de óleo nas águas do Rio Teles Pires, na Amazônia, ainda não se sabe qual é a origem do problema ou sua dimensão, mas os estragos já começam a surgir nas águas do rio.
Indígenas que vivem na beira do rio, na divisa de Mato Grosso com Pará, têm registrado a ocorrência de mortandade de peixes e tracajás (espécie de cágado comum na Amazônia). Um boto morto (foto) foi encontrado por indígenas da terra indígena Caiabi. Equipes de saúde indígena ligadas à Secretaria de Saúde foram enviadas ao local. O Ibama também trabalha com agentes na região para identificar a causa do vazamento e sua extensão. Segundo relatos de agentes do Ibama e a concessionária Empresa de Energia São Manoel, dona da hidrelétrica que está em construção na área próxima ao vazamento, a mancha de óleo já teria se dissipado na água. Pelo menos outros 900 indígenas vivem em aldeias a cerca de 60 quilômetros da usina. Mais abaixo ainda está a terra indígena mundurucu, onde vivem oito mil pessoas.

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br
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Efeitos das mudanças climáticas prejudicam vida dos brasileiros, diz Greenpeace

Dez anos depois da publicação do último relatório do Greenpeace sobre os prejuízos decorrentes das mudanças climáticas, novo documento da entidade mostra que pouca coisa mudou. “O que tem de mais emblemático é que, dez anos depois, ainda não conseguimos arrumar uma solução para evitar as mudanças climáticas. Continua uma discussão muito grande, as coisas não saem do papel e os efeitos já estão acontecendo”, avalia o coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace Brasil, Márcio Astrini. Pelo modelo de bandeiras tarifárias, quando a energia vem das usinas hidrelétricas, a tarifa tem um valor, mas se o governo precisa utilizar as termelétricas – que são mais poluentes e mais caras – o consumidor paga um valor adicional pela eletricidade que chega à sua casa. Como 64% da eletricidade do país vêm das hidrelétricas, menos água nos rios significa menos produtividade e risco de energia mais cara. Fonte: www.ecodebate.com.br Foto: Divulgação

Agência da ONU apresenta programa para eliminar HCFCs do setor de espumas

Especialistas no setor de espumas de poliuretano se reuniram em São Paulo para discutir as novas tecnologias do setor, trocar experiências e lançar produtos para o mercado, na maior feira de poliuretano da América Latina, a “Feiplar Composites & Feipur”, ocorrida no início de novembro. Nos estandes dos mais de 100 expositores, diversos tipos de produtos feitos a partir da espuma de poliuretano foram expostos, como travesseiros, colchões, painéis de carro, volantes, impressoras 3D, sapatos e painéis fabricados no Brasil e no exterior. Nos três dias, cerca de dez mil pessoas visitaram o evento, de acordo com a organização. O Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), trabalha para eliminar os HCFCS. Fonte: http://www.ecycle.com.br Foto: Divulgação