Energias renováveis:oportunidade de integração energética da América Latina

As energias renováveis, como a solar, a eólica, a hidrelétrica e a proveniente de biomassa, como o etanol e outros biocombustíveis, representam uma oportunidade de integração energética dos países latino-americanos em razão da complementaridade de suas matrizes, hoje fortemente baseadas na produção de energia hidrelétrica. Para atingir esse objetivo, contudo, será preciso superar barreiras para a produção de energia proveniente de recursos naturais em países da região, como a Argentina.  O simpósio, que ocorreu entre os dias 17 e 18 de novembro no campus da Udelar, em Montevidéu, no Uruguai, teve como objetivo fortalecer as colaborações atuais e estabelecer novas parcerias entre pesquisadores da América do Sul nas diversas áreas do conhecimento. Participaram do encontro pesquisadores e dirigentes de instituições do Uruguai, Brasil, Argentina, Chile e Paraguai. Fonte: http://www.ecycle.com.br Foto: Divulgação

Agronegócio precisa participar da luta contra as mudanças climáticas, alertam especialistas

O agronegócio precisa participar da luta contra as mudanças climáticas. A conclusão é de especialistas que se reuniram em 9 de novembro, no Fórum do Pacto Global, em São Paulo, para debater o papel da agricultura na preservação do meio ambiente e na redução das emissões de gases do efeito estufa. A diretora de assuntos corporativos da Dow Agrosciences, Marilene Iamauti, explicou que o cuidado com as pastagens pode evitar a destruição contínua dos recursos naturais. Segundo ela, a recuperação de áreas degradadas permite o aumento da produtividade do rebanho e reduz a pressão sobre novos desmatamentos. A diretora do World Resources Institute (WRI) no Brasil, Rachel Biderman, também concordou que o financiamento do replantio de florestas se dará pelo agronegócio. “Embora plantar florestas não seja barato, é dessa forma que o Brasil pode e precisa contribuir. Precisamos de plantadores de árvores”, alertou. A especialista chamou atenção ainda para outros mecanismos que podem estimular o envolvimento do agronegócio na preservação do planeta. “Precisamos também de uma reforma fiscal de baixo carbono, ou seja, um incentivo ou desincentivo fiscal para as empresas e suas práticas relacionadas ao meio ambiente”. Fonte: http://www.ecycle.com.br Foto: Divulgação

Ministro do Meio Ambiente defende fortalecimento do FNMA

Na abertura da 72ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), realizada quarta-feira (23) em Brasília, o ministro Sarney Filho defendeu a adoção de mecanismos capazes de assegurar a efetividade dos recursos aplicados pelo fundo. Para o ministro, a renovação dos quadros do Conselho Deliberativo, que alterou 13 dos 17 membros do colegiado, dá novo fôlego para “uma guinada rumo a um papel de destaque ainda maior (do FNMA) na política ambiental”. Ele reforçou que a aplicação dos recursos deve priorizar os aspectos social e ambiental.  Sarney Filho salientou a importância das parcerias e do controle social do organismo de fomento a projetos ambientais. 

Pioneiro no fomento de ações que contribuem para o desenvolvimento sustentável e preservação dos biomas brasileiros, o fundo completou 27 anos. Em 2010, com a redução dos recursos disponíveis, passou a contar com o apoio financeiro de outros agentes de fomento.  Ler mais