Efeitos das mudanças climáticas prejudicam vida dos brasileiros, diz Greenpeace

Dez anos depois da publicação do último relatório do Greenpeace sobre os prejuízos decorrentes das mudanças climáticas, novo documento da entidade mostra que pouca coisa mudou. “O que tem de mais emblemático é que, dez anos depois, ainda não conseguimos arrumar uma solução para evitar as mudanças climáticas. Continua uma discussão muito grande, as coisas não saem do papel e os efeitos já estão acontecendo”, avalia o coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace Brasil, Márcio Astrini. Pelo modelo de bandeiras tarifárias, quando a energia vem das usinas hidrelétricas, a tarifa tem um valor, mas se o governo precisa utilizar as termelétricas – que são mais poluentes e mais caras – o consumidor paga um valor adicional pela eletricidade que chega à sua casa. Como 64% da eletricidade do país vêm das hidrelétricas, menos água nos rios significa menos produtividade e risco de energia mais cara. Fonte: www.ecodebate.com.br Foto: Divulgação

Agência da ONU apresenta programa para eliminar HCFCs do setor de espumas

Especialistas no setor de espumas de poliuretano se reuniram em São Paulo para discutir as novas tecnologias do setor, trocar experiências e lançar produtos para o mercado, na maior feira de poliuretano da América Latina, a “Feiplar Composites & Feipur”, ocorrida no início de novembro. Nos estandes dos mais de 100 expositores, diversos tipos de produtos feitos a partir da espuma de poliuretano foram expostos, como travesseiros, colchões, painéis de carro, volantes, impressoras 3D, sapatos e painéis fabricados no Brasil e no exterior. Nos três dias, cerca de dez mil pessoas visitaram o evento, de acordo com a organização. O Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), trabalha para eliminar os HCFCS. Fonte: http://www.ecycle.com.br Foto: Divulgação

Neutralização de CO2 por plantio de árvores é alternativa para reduzir pegada

Com o cálculo das emissões de gases de efeito estufa (GEEs) é possível realizar a quantificação de árvores necessárias para compensar esse tipo de emissão. As árvores absorvem CO2 (gás carbônico ou dióxido de carbono) pela fotossíntese, usado para seu crescimento, que é armazenado na biomassa (folhas, tronco, raízes) e é o estoque de carbono. Mas elas também emitem CO2 quando respiram e quando morrem (decomposição ou queima de sua biomassa). Quando o carbono absorvido em uma floresta excede a emissão de CO2 devido à respiração das árvores, ocorre o chamado sequestro de carbono. A neutralização das emissões via árvores ocorre pelo sequestro de carbono da atmosfera, que é fixado na biomassa da planta, ou seja, sequestrado do meio ambiente para ser fixado na planta. Uma árvore, em média, é capaz de sequestrar 15,6 quilos de CO2 por ano – isso facilita a determinação de quantas árvores serão necessária para neutralizar as emissões de empresas obtidas no inventário de emissão de GEEs. O plantio de árvores também é o método mais acessível para pessoas físicas que desejam neutralizar suas emissões do dia a dia, sem esquecer, é claro, que é essencial reduzir a pegada de carbono fazendo melhores escolhes diárias. Existem calculadoras que contabilizam o CO2 emitido e quantas árvores são necessárias para neutralizar determinado valor. Em programas de preservação, muitas vezes as árvores já são adultas e têm grande estoque de carbono por hectare, assim existem custos de manutenção florestal, bem como infraestrutura e administração.

Fonte: http://www.ecycle.com.br
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